Desde 2006, o Instituto leva consulta médica gratuita, acompanhamento clínico e
medicação a quem não teria condições de pagar por isso. Duas décadas de
atendimento social, agora reunidas sob o nome Raízes BioFAO — e queremos que
você faça parte dessa história.
de atendimento social contínuo
núcleos atuais em 7 estados
tratamentos completos em 2025
benfeitores na campanha de 2025
Atendimento gratuito · Para pacientes
O Raízes BioFAO oferece consulta médica e medicação BioFAO gratuitas para famílias de baixa renda. Veja se você pode participar e como fazer sua inscrição.
Famílias com renda familiar comprovada de até 3 salários mínimos.
A consulta e a medicação são gratuitas.
No atendimento online, o frete da medicação é pago pelo paciente.
Se tiver, envie também: carteira de trabalho, Cartão do SUS ou CadÚnico.
Para anexar os documentos no formulário, o Google pede que você entre com uma conta Gmail. Se tiver dificuldade, fale com a gente pelo WhatsApp.
Nossa história
O trabalho começou em 2006, com a Dra. Míria de Amorim atendendo sozinha a população do Vale do Matutu. Vinte anos depois, é uma rede nacional de médicos levando a metodologia BioFAO a comunidades vulneráveis por todo o país. O nome Raízes BioFAO é novo; a operação que ele reúne não é. Não somos um projeto pedindo uma chance: somos um trabalho que já provou que funciona.
2006
A Dra. Míria de Amorim passa a atender sozinha a população do Vale do Matutu, em Minas Gerais, e inicia o acompanhamento de trabalhadores cronicamente intoxicados por agrotóxicos e solventes. Não havia núcleo, equipe ou projeto formalizado — havia uma médica e comunidades sem acesso a cuidado integrativo de qualidade. Vinte anos depois, 40 daqueles pacientes intoxicados seguem em tratamento, acompanhados duas vezes por ano, com medicação doada pelo Instituto.
2018
Estruturação do núcleo da Sede Rio de Janeiro — 140 doses individuais mensais, equivalente a 10 pacientes em tratamento completo (14 doses cada). No mesmo ano parte a primeira comitiva de médicos ao Vale do Matutu: o atendimento deixa de ser individual e ganha, pela primeira vez, base fixa e equipe própria.
2020
A Sede RJ dobra de tamanho — 280 doses/mês, equivalente a 20 tratamentos completos — mesmo em ano de pandemia. No mesmo período, o Instituto mobiliza sete frentes no Amazonas e em Roraima, em parceria com secretarias municipais de saúde, distritos sanitários indígenas e a Fundação Amazônia Sustentável. Detalhes abaixo.
2022
Novo salto — 560 doses/mês, 40 tratamentos completos na Sede RJ. A rede nacional já alcança pelo menos 8 estados — Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Alagoas, São Paulo e Mato Grosso —, incluindo atendimento veterinário.
2023
Primeiro ano com controle sistemático de doses em toda a rede — 11.691 doses individuais distribuídas (2.922,75 caixas de Archeus). É o ponto em que passamos a medir, com precisão, o tamanho real do que já fazíamos.
2024
Estruturação formal do núcleo da Sede RJ, hoje com 13 médicas dedicadas. 20.802 doses distribuídas (5.200,5 caixas) — a capacidade nacional de atendimento quase dobra em doze meses.
2025
A rede se consolida em um novo patamar — 22.319 doses distribuídas (5.579,75 caixas de Archeus). A Sede RJ passa a responder, de forma estável, por mais de um terço de todo o volume nacional.
2026 (jan–ago)
Rede nacional inteira, não só a Sede RJ — 14.242 doses (3.560,5 caixas) em 8 meses de operação, em 17 núcleos ativos em 7 estados. No ritmo atual, a projeção para o ano fechado é de ~1.526 tratamentos (21.363 doses). Após sete anos de comitivas presenciais, o Vale do Matutu migra para atendimento remoto conduzido pela Dra. Míria, com medicação doada — otimizando recursos sem interromper o cuidado.
O crescimento em números
Desde 2023 medimos cada dose distribuída. Em três anos, a rede quase dobrou de tamanho.
Cada tratamento completo equivale a 14 doses individuais (3,5 caixas de Archeus). A projeção de 2026 considera o ritmo de janeiro a agosto.
A Dra. Míria de Amorim passa a atender sozinha a população do Vale do Matutu, em Minas Gerais, e inicia o acompanhamento de trabalhadores cronicamente intoxicados por agrotóxicos e solventes. Não havia núcleo, equipe ou projeto formalizado — havia uma médica e comunidades sem acesso a cuidado integrativo de qualidade. Vinte anos depois, 40 daqueles pacientes intoxicados seguem em tratamento, acompanhados duas vezes por ano, com medicação doada pelo Instituto.
Estruturação do núcleo da Sede Rio de Janeiro — 140 doses individuais mensais, equivalente a 10 pacientes em tratamento completo (14 doses cada). No mesmo ano parte a primeira comitiva de médicos ao Vale do Matutu: o atendimento deixa de ser individual e ganha, pela primeira vez, base fixa e equipe própria.
A Sede RJ dobra de tamanho — 280 doses/mês, equivalente a 20 tratamentos completos — mesmo em ano de pandemia. No mesmo período, o Instituto mobiliza sete frentes no Amazonas e em Roraima, em parceria com secretarias municipais de saúde, distritos sanitários indígenas e a Fundação Amazônia Sustentável. Detalhes abaixo ↓
560 doses/mês, 40 tratamentos completos na Sede RJ. A rede nacional já alcança pelo menos 8 estados — Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Alagoas, São Paulo e Mato Grosso —, incluindo atendimento veterinário.
Primeiro ano com controle sistemático de doses em toda a rede — 11.691 doses individuais distribuídas (2.922,75 caixas de Archeus). É o ponto em que passamos a medir, com precisão, o tamanho real do que já fazíamos.
Estruturação formal do núcleo da Sede RJ, hoje com 13 médicas dedicadas. 20.802 doses distribuídas (5.200,5 caixas) — a capacidade nacional de atendimento quase dobra em doze meses.
A rede se consolida em um novo patamar — 22.319 doses distribuídas (5.579,75 caixas de Archeus). A Sede RJ passa a responder, de forma estável, por mais de um terço de todo o volume nacional.
Rede nacional inteira, não só a Sede RJ — 14.242 doses (3.560,5 caixas) em 8 meses de operação, em 17 núcleos ativos em 7 estados. No ritmo atual, a projeção para o ano fechado é de ~1.526 tratamentos (21.363 doses). Após sete anos de comitivas presenciais, o Vale do Matutu migra para atendimento remoto conduzido pela Dra. Míria, com medicação doada — otimizando recursos sem interromper o cuidado.
o peso de hoje
De cada real gasto no Raízes, 94 centavos viram medicação — o item mais direto de todos.
Durante quase vinte anos, essa operação foi sustentada apenas pelo caixa do Instituto. Em 2025, 187 pessoas mostraram que ela não precisa ser carregada sozinha. É esse caminho que queremos ampliar — não porque o Raízes esteja em risco, mas porque apoio compartilhado é o que permite crescer sem sufocar o resto do Instituto.
custo mensal da operação — medicação, estrutura, equipe e transporte de pacientes
desse custo é só medicação — o item mais direto de todos
projeção de custo anual, no ritmo atual de atendimento
captados em maio de 2025 com 187 benfeitores — o primeiro apoio externo da operação
Sobre esse cálculo: o custo de medicação acima já é calculado com o valor social do Archeus para projetos sociais — R$ 99 por caixa —, não o valor comercial de R$ 199 praticado nas farmácias parceiras. Se cobrássemos o valor de mercado, o custo real seria quase o dobro do apresentado aqui.
Esse valor também não inclui a consulta médica em si — que todo paciente recebe gratuitamente, em cada tratamento, além da medicação e do acompanhamento clínico. O que pedimos apoio para sustentar aqui é a medicação e a estrutura por trás do atendimento.
Durante quase vinte anos, essa operação foi sustentada apenas pelo caixa do Instituto. Em 2025, 187 pessoas mostraram que ela não precisa ser carregada sozinha. É esse caminho que queremos ampliar — não porque o Raízes esteja em risco, mas porque apoio compartilhado é o que permite crescer sem sufocar o resto do Instituto.
Um capítulo à parte · 2020
Em 2020, com a pandemia agravando o isolamento sanitário de comunidades já desassistidas, o Instituto montou em poucas semanas uma operação em sete frentes no Amazonas e em Roraima, em parceria com secretarias municipais de saúde, distritos sanitários indígenas e a Fundação Amazônia Sustentável. Foi preciso criar um curso online para capacitar equipes locais, montar um sistema de acompanhamento clínico à distância e sustentar uma rede de médicos voluntários por teleconsulta — para alcançar comunidades ribeirinhas e indígenas a milhares de quilômetros da sede.
O trabalho foi sempre conduzido pelas equipes de saúde locais, capacitadas pelo Instituto e acompanhadas à distância por médicos voluntários.
As 1.090 caixas correspondem ao total enviado às sete frentes; o número de pacientes reflete o que foi efetivamente registrado pelas equipes de campo — duas frentes não chegaram a reportar atendimentos. Ao valor social praticado pelo Instituto em 2020 (R$ 70 por caixa), a medicação enviada representou R$ 76.300 doados.
caixas de Archeus enviadas às sete frentes
pacientes com atendimento documentado nos relatórios de campo
de logística para chegar às comunidades
captados em dois meses na primeira campanha do Instituto
As sete frentes: Itapiranga (AM) · Iranduba (AM) · São Gabriel da Cachoeira (AM) · Céu do Mapiá (AM) · DSEI Médio Rio Purus · Parque das Tribos, Manaus (AM) · Boa Vista (RR).
O trabalho alcançou comunidades ribeirinhas do Rio Negro e do Rio Uatumã e povos indígenas das etnias Yanomami, Tukano, Tuyuka, Dessano e Macuxi, sempre conduzido pelas equipes de saúde locais, capacitadas pelo Instituto e acompanhadas à distância por médicos voluntários.
As 1.090 caixas correspondem ao total enviado às sete frentes; o número de pacientes reflete o que foi efetivamente registrado pelas equipes de campo — duas frentes não chegaram a reportar atendimentos. Ao valor social praticado pelo Instituto em 2020 (R$ 70 por caixa), a medicação enviada representou R$ 76.300 doados.
BM
“Me trato há mais de cinco anos pelo projeto social, acompanhado pela queridíssima Dra. Hadla. Hoje enxergo tudo o que vivi como uma grande escola: a vida nos coloca diante de montanhas para nos fortalecer. Agradeço a todos pelo suporte, pela atenção e pelo carinho — algo difícil de encontrar na era dos números e da automação.”
Breny Meira Machado
Caruaru/PE · Núcleo Raízes BioFAO
FC
“Estou em tratamento há 23 anos, desde uma contaminação por produtos químicos no trabalho. Sigo com a Dra. Míria em consultas regulares — sempre atenciosa, profissional e dedicada — e recebo os medicamentos sem custo. É esse apoio que me permite continuar me cuidando ao longo de tantos anos, com constância.”
Fernando Cesar Oliveira da Silva
Caruaru/PE · Núcleo Raízes BioFAO
EC
“Em 1991, como guarda de endemias no combate à dengue, manuseei por meses um inseticida sem saber o quanto afetaria minha saúde. Fui de médico em médico sem resposta, até conhecer a Dra. Míria no Hospital do Fundão, em 2005. Ali comecei a recuperar a minha identidade. Hoje procuro fazer da minha vida um exemplo de superação.”
Edna da Cruz Silva
Caruaru/PE · Núcleo Raízes BioFAO
Cada valor abaixo corresponde a algo concreto que hoje o Instituto já compra e entrega — não é uma estimativa, é o custo real do que fazemos.
Cerca de um terço de uma caixa de Archeus — o primeiro passo para fazer parte da rede que sustenta o Raízes.
MAIS ESCOLHIDO
Financia uma caixa inteira de Archeus — 4 das 14 doses individuais que compõem o tratamento completo de um paciente.
Uma caixa de Archeus (4 doses), mais o frete da medicação para um paciente sem condições de arcar com o transporte.
Cerca de cinco caixas de Archeus — 20 doses, o suficiente para sozinho completar o tratamento de 14 doses de um paciente.
Em breve: apoio mensal recorrente.
Sobre o valor de R$ 99 por caixa: nas farmácias parceiras, o Archeus é comercializado a R$ 199 a caixa. Para os projetos sociais do Raízes, o Instituto pratica o valor social de R$ 99 — quase metade do preço de mercado — para que cada doação alcance o maior número possível de pacientes. É esse valor social, não o preço comercial, que orienta os tiers acima.
Sobre o tratamento completo: cada tratamento do Archeus é composto por 14 doses individuais (3,5 caixas) por paciente. Uma única caixa cobre uma parte do tratamento — é por isso que doações recorrentes, mês a mês, são o que de fato sustenta um paciente do início ao fim.
transparência
Depende do instrumento aplicado à sua doação específica. Para orientação precisa, fale com nossa equipe — nunca prometemos dedução sem confirmação prévia.
O Instituto Archeus é uma OSCIP. A prestação de contas periódica está disponível a qualquer apoiador que solicitar.
Não — a Sede RJ é o maior núcleo, mas o Raízes sustenta 17 núcleos ativos em 7 estados brasileiros, através de uma rede de
mais de 600 médicos formados pela metodologia BioFAO. O trabalho começou em 2006, no Vale do Matutu, em Minas Gerais.
Escolha um valor e faça parte da história que já muda a vida de milhares de pacientes pelo Brasil.