Projeto One Health BioFAO

Uma mesma saúde, para
pessoas, animais e plantas.

“One Health” é a compreensão de que saúde humana, animal e ambiental formam um único

sistema — e que tratá-las separadamente deixa lacunas que nenhuma das três resolve

sozinha. É linguagem oficial da OMS desde 2017, adotada pela FAO, pelo Banco Mundial e

pela OIE. O Instituto Archeus já tem legitimidade técnica para ocupar esse espaço — e uma

frente específica que precisa de apoio para chegar lá.

Por que agora

Poucas OSCIPs brasileiras disputam este espaço —
o Instituto já tem o que ele exige.

Existe financiamento internacional real para quem trata saúde humana, animal e ambiental como um só sistema — e poucas organizações brasileiras têm capacidade técnica para disputar esse espaço. O Instituto já tem essa capacidade. Falta traduzi-la para essa linguagem.

A metodologia BioFAO já opera nas três dimensões: décadas de prática clínica em medicina humana, uma linha ativa em oncologia veterinária, e pesquisa própria sobre redução de agrotóxicos aplicada à agricultura. A legitimidade técnica já existe — o que falta é sustentação para que a frente mais nova cresça no mesmo ritmo das outras duas.

Alinhamento com a ONU

Seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em sinergia direta.

“One Health” não é linguagem nossa — é linguagem da Organização Mundial da Saúde, agência da ONU.
O projeto conversa diretamente com seis dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o vocabulário que financiadores internacionais usam para avaliar propostas.

Fome Zero e Agricultura Sustentável

Saúde e Bem-Estar

Água Potável e Saneamento

Consumo e Produção Responsáveis

Vida Terrestre

Parcerias e Meios de Implementação

Três frentes, três estágios

Uma mesma raiz sustenta três copas —
cada uma em seu momento de crescimento.

Uma mesma raiz sustenta três copas — cada uma em seu momento de crescimento.

Ilustração da árvore BioFAO: Medicina com a copa consolidada, Veterinária em crescimento e Agricultura ainda um broto

Copa consolidada

Medicina

Décadas de prática clínica e pesquisa consolidada — a frente mais madura, com dissertação aprovada pelo INCA e ensaio clínico randomizado já concluído, ainda não publicado.

Conhecimento compartilhado

Veterinária

A linha veterinária tem raízes bem mais antigas que isso — passou pelas publicações do Dr. Silvio Leite Monteiro da Silva e por muitos outros veterinários que colaboraram com o Instituto ao longo dos anos. Nos últimos três anos, ganhou força nova em oncologia veterinária com a chegada da Dra. Angela Brunet, hoje a principal porta-voz da frente — representando o Instituto em congressos da área, com um primeiro caso clínico em preparação para publicação.

Ainda um broto

Agricultura

Sabemos, por pesquisa própria, dos benefícios da metodologia para todas as formas de vida — inclusive plantas. Mas a agricultura fala uma língua diferente da medicina, e é a frente que menos amadureceu dentro do Instituto até aqui. Levar a BioFAO até as plantas, na escala que ela já alcançou em pessoas e animais, é exatamente o que este projeto pede para fazer.

Primeiro de uma série

O One Health BioFAO vai abrir diversos projetos ao longo do tempo, um para cada comunidade e dimensão que a metodologia alcançar. Este é o primeiro — com foco em agricultura, porque é a frente que mais precisa de sustentação agora. Os próximos, nas outras dimensões, virão à medida que este provar o modelo.

BioFAO na agricultura

Vídeo institucional — espaço reservado para o material audiovisual do projeto.

O pedido concreto

Três atividades que levam a BioFAO às plantas.

Este não é um pedido para a agricultura alcançar a medicina ou a veterinária — é para ajudar esse broto a crescer. Como parte do mesmo sistema, cada avanço aqui fortalece a saúde de todos.

Médico

Valor cheio (público geral)

R$ 7.950

Bolsa Médico Semente

R$ 3.500

Veterinário

Valor cheio (público geral)

R$ 5.750

Bolsa Médico Semente

R$ 2.500

Atividade 1

Validação em diferentes culturas e contextos

R$ 28.875,00

Identifica, junto a Embrapa, universidades estaduais e institutos federais, quais culturas agrícolas — anuais e perenes — têm maior potencial para novos estudos, considerando relevância econômica, índices de contaminação por agrotóxicos e interesse do mercado orgânico e em transição agroecológica.

Atividade 2

Minimização de contaminação de água e solo

R$ 12.993,75

Documenta os impactos do modelo convencional de agrotóxicos sobre solo, água e biodiversidade, e evidencia como o manejo agroecológico com BioFAO reverte esse quadro — regenerando a fertilidade natural do solo e a conservação dos recursos hídricos.

Atividade 3

Aumento de biodiversidade

R$ 8.662,50

Mapeia estudos já existentes sobre o estímulo a polinizadores e o controle biológico de pragas — uma porta de diálogo direta com certificadoras orgânicas, programas de agroecologia e iniciativas de conservação.

Total do pedido

R$ 50.531,25

Um investimento em validação, não em escala: provar, com o mesmo rigor já aplicado à medicina, que a metodologia funciona também para plantas — o degrau que abre caminho para o financiamento internacional do One Health.

como contribuir

Cotas ligadas a cada entrega — ou ao projeto piloto inteiro.

entrada

Semente do Piloto

R$ 250

Uma fração da Atividade 3 — biodiversidade e polinizadores. Para quem quer começar a apoiar sem esperar pelo valor cheio.

atividade 3

Biodiversidade e Polinizadores

R$ 8.662,50

Patrocínio integral do levantamento sobre polinizadores e controle biológico.

atividade 2

Água e Solo

R$ 12.993,75

Patrocínio integral do estudo de contaminação e regeneração de água e solo.

atividade 1

Validação em Culturas

R$ 28.875,00

Patrocínio integral da validação com Embrapa, universidades e institutos federais.

Projeto completo

Patrocínio do Piloto Integral

R$ 50.531,25

Financia as três atividades do projeto-piloto por completo — o degrau inteiro que abre

caminho para o financiamento internacional do One Health BioFAO.

Ajude o Instituto a fazer esse broto crescer —
pela saúde de todas as formas de vida.

Apoiar o One Health BioFAO hoje é ajudar a agricultura a se desenvolver dentro do mesmo sistema que já

fortalece pessoas e animais — o primeiro passo de um projeto que pode se tornar o maior captacional do

Instituto.