Nossa metodologia
Há mais de quatro décadas, investigamos um princípio simples: todo ser vivo tem em si a inteligência para se reequilibrar. Chamamos essa inteligência, que organiza os processos vitais do organismo, de biocampo.
A Metodologia BioFAO (Fatores de Auto-Organização) nasce do estudo desse campo. Ela reúne a homeopatia, a medicina ayurvédica, a medicina chinesa e a biofísica em uma teoria coerente.
No Instituto Archeus, essa investigação é documentada e testada ao longo de décadas de observação clínica. Assim ela vira conhecimento que pode ser verificado, ensinado e aplicado com responsabilidade.
Quatro décadas de observação clínica, sistematização teórica e produção editorial.
A pesquisa Archeus se organiza em torno de três frentes, cada uma desenvolvida com metodologia própria e décadas de observação acumulada.
O estudo da aplicação da metodologia em contexto clínico humano é a linha mais longeva de pesquisa do Instituto — a base sobre a qual toda a sistematização teórica da BioFAO foi construída, ao longo de mais de 40 anos de prática, observação e refinamento conceitual.
A investigação em saúde animal nasceu de uma observação de campo — animais de pacientes que haviam sido acidentalmente expostos ao tratamento — e se consolidou como uma linha própria de estudo, hoje com foco crescente em oncologia veterinária.
Em parceria acadêmica com a Profa. Dra. Marli A. Ranal (UFU), o Instituto conduziu uma linha de pesquisa dedicada à aplicação da metodologia em vegetais — estudos que resultaram na publicação BioFAO na Agricultura (2017).
Cada etapa de amadurecimento da pesquisa Archeus foi registrada e compartilhada por meio de publicações — não como material de divulgação, mas
como forma de submeter o conhecimento construído ao escrutínio, ao diálogo e à continuidade.
Holismo, Homeopatia, Alquimia
Uma sincronicidade para a cura
2017
BioFAO na Agricultura
Recuperação da Defesa Natural das Plantas — Ranal & Amorim
2018
BioFAO: Uma Medicina para um Novo Tempo
Dra. Míria de Amorim
2026
Um Sopro sobre as Brasas
Profa. Maristela Barenco e Dra. Míria de Amorim
Lançamento23 out 2026
BioFAO: A Medicina que Cura pela Raiz
Dra. Míria de Amorim — lançamento na VII Jornada Integrativa
2000
Holismo, Homeopatia, Alquimia
Uma sincronicidade para a cura
2017
BioFAO na Agricultura
Recuperação da Defesa Natural das Plantas — Ranal & Amorim
2018
BioFAO: Uma Medicina Para Um Novo Tempo
Dra. Míria de Amorim
2026
Um Sopro sobre as Brasas
Profa. Maristela Barenco
Lançamento em 23 de outubro de 2026
BioFAO: Uma Medicina que Cura pela Raiz
Dra. Míria de Amorim — na VII Jornada Integrativa
Dra. Míria de Amorim é médica homeopata, pesquisadora e idealizadora da metodologia BioFAO (Fatores de Auto-Organização do Biocampo). Há mais de quatro décadas dedica-se ao estudo dos processos de autorregulação dos organismos vivos, integrando observação clínica, pesquisa científica e diferentes tradições médicas.
É mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenou pesquisas clínicas com pacientes intoxicados cronicamente no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), desenvolveu projetos de pesquisa em parceria com universidades brasileiras nas áreas da toxicologia, agricultura e medicina veterinária e participou da formação de centenas de médicos e médicos-veterinários em todo o Brasil.
Fundadora do Instituto BioFAO e do Instituto Archeus, dedica sua vida à investigação de uma medicina voltada para as causas profundas do adoecimento e para a restauração da capacidade natural de auto-organização da vida.
O medicamento Archeus é um produto industrializado, com registro na Anvisa para o tratamento de ansiedade — aprovação alcançada após anos de trabalho técnico junto aos compêndios homeopáticos. Essa é a indicação oficialmente reconhecida pela agência regulatória.
Há mais de 40 anos, uma rede de cerca de 200 médicos de diversas especialidades utiliza a metodologia BioFAO em consultório, acompanhando clinicamente seus pacientes — incluindo o uso em outras condições, como os protocolos oncológicos em humanos e animais que o Instituto pesquisa hoje.
Pesquisar um campo ainda pouco compreendido pela ciência convencional exige, antes de tudo, honestidade metodológica: o que está aprovado, dizemos com todas as letras; o que está em uso clínico e em investigação, documentamos com o mesmo rigor.
O conhecimento produzido pelo Instituto Archeus não permanece na teoria. Ele alimenta diretamente os projetos sociais do Instituto e a doação
de medicamentos a quem não teria, de outra forma, acesso a esse cuidado.