Projeto Ciência do Biocampo

O que não é publicado, para a ciência, não existe.

Há quatro décadas a metodologia BioFAO acumula resultados clínicos consistentes. O Ciência do Biocampo existe para transformar essa experiência em evidência publicada, revisada por pares e disponível a toda a comunidade científica.

1984

início da pesquisa com os Fatores de Auto-Organização do Biocampo

UFRJ
INCA

formação acadêmica e reconhecimento em instituições públicas de referência

3

frentes de pesquisa: medicina humana, agricultura e oncologia veterinária

100%

da medicação usada em nossas pesquisas, custeada pelo Instituto

A lacuna

A medicina integrativa brasileira não sofre de falta de resultados clínicos.

Sofre de falta de resultados publicados. Há quatro décadas a metodologia BioFAO acumula observações clínicas consistentes em consultórios e projetos sociais por todo o país. Mas o que não é medido, documentado e submetido ao escrutínio de pares não sustenta política pública, não amplia acesso pelo sistema de saúde, e não convence o médico que ainda não conhece.

O Ciência do Biocampo nasce para fechar essa lacuna — apoiado em um programa de pesquisa que o Instituto já sustenta há décadas, com recursos próprios.

Dra. Míria de Amorim em aula na Jornada Integrativa BioFAO 2024

Nossa trajetória

Mais de quatro décadas de pesquisa — e um rigor que só subiu.

A medicação usada em todos os estudos é 100% custeada pelo Instituto, sem patrocínio da indústria farmacêutica. Ao longo do caminho, a pesquisa saiu do consultório, ganhou base experimental, chegou à academia e alcançou um ensaio clínico randomizado.

  1. 1984

    O início da investigação

    A Dra. Míria de Amorim inicia a pesquisa que levaria à descoberta dos Fatores de Auto-Organização do Biocampo.

  2. 2000

    Primeira sistematização

    Publicação do livro e apresentação do trabalho em congresso de homeopatia — a metodologia sai do consultório e entra no debate científico.

  3. 2003

    Raiz acadêmica

    Mestrado em Medicina (UFRJ) da Dra. Míria sobre homeopatia na prevenção de doenças causadas por agrotóxicos — origem da frente de agricultura e da pesquisa com pacientes intoxicados.

  4. 2008

    Pesquisa experimental

    Início dos estudos básicos formais, que passam a sustentar experimentalmente a plausibilidade biológica da metodologia.

    Nível 1 · Pesquisa básica
  5. 2009

    Nasce a frente de agricultura

    A metodologia passa a ser investigada também nas plantas.

    Nova frente
  6. 2010

    Nasce a linha de oncologia veterinária

    Pesquisa dedicada à oncologia em animais.

    Nova frente
  7. 2026

    Dissertação aprovada pelo INCA

    Mestrado sobre a metodologia aprovado no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Controle do Câncer do Instituto Nacional de Câncer, somado a um estudo qualitativo com médicos e pacientes apresentado em congresso científico internacional.

    Nível 2 · Pesquisa qualitativa
    Não somos nós dizendo que a metodologia tem mérito: é a principal instituição oncológica do país aceitando, orientando e aprovando uma pesquisa sobre ela.
  8. Hoje

    Relato de caso documentado

    Acompanhamento de caso oncológico apresentado em congresso científico internacional, com registro de pôster.

    Nível 3 · Relato de caso
  9. Hoje

    Ensaio clínico randomizado, controlado por placebo

    O degrau mais alto já alcançado pelo programa. O estudo foi encerrado e o texto está sendo adaptado para envio a uma revista científica — ainda não foi publicado. Ver em detalhe ↓

    Nível 4 · Ensaio clínico

Nossa trajetória

Uma pesquisa que sustenta a si mesma há mais de quatro décadas.

A medicação usada em todos os estudos é 100% custeada pelo Instituto, sem patrocínio de indústria farmacêutica. A trajetória tem marcos claros — e chegou recentemente ao mais relevante deles.

1984

O início da investigação

A Dra. Míria de Amorim inicia a pesquisa que levaria à descoberta dos Fatores de Auto-Organização do Biocampo.

2000

Primeira sistematização

Publicação do livro e apresentação do trabalho em congresso de homeopatia — a metodologia sai do consultório e entra no debate científico.

2003

Raiz acadêmica

Mestrado em Medicina (UFRJ) da Dra. Míria de Amorim sobre homeopatia na prevenção de doenças causadas por agrotóxicos — origem da linha que levaria à frente de agricultura e à pesquisa com pacientes intoxicados.

2008

Pesquisa experimental

Início dos estudos básicos formais, que passam a sustentar experimentalmente a plausibilidade biológica da metodologia.

Em 2026, uma dissertação de mestrado sobre a metodologia foi aprovada pelo INCA — Instituto Nacional de Câncer, a instituição de referência nacional em oncologia. Não somos nós dizendo que a metodologia tem mérito: é a principal instituição oncológica do país aceitando, orientando e aprovando uma pesquisa sobre ela.

Amplitude

Uma metodologia investigada em três frentes, não um método de nicho.

Desde 1984

Medicina humana

Quatro décadas de prática clínica e pesquisa, da observação inicial ao ensaio clínico randomizado.

Desde 2009

Agricultura

Experimentos na Universidade Federal de Uberlândia (2011-2014), consolidados no livro BioFAO na Agricultura: Recuperação da Defesa Natural das Plantas (2017).

Desde 2010 · em consolidação

Oncologia veterinária

Linha de pesquisa dedicada à oncologia em animais, com a Dra. Angela Brunet (médica veterinária, UFRRJ) representando o Instituto em congressos da área. Primeiro caso clínico em preparação para publicação.

O legado

Um programa de pesquisa que subiu de nível ao longo do tempo.

As três frentes acima se somam a uma escalada de rigor: da pesquisa básica experimental a uma dissertação avaliada por banca externa, passando por relatos clínicos documentados até chegar, no topo, a um ensaio clínico randomizado.

Nível 1 · Pesquisa básica · desde 2008

Investigação experimental

Estudos que sustentam a plausibilidade biológica da metodologia — a base sobre a qual a pesquisa clínica se apoia.

Nível 2 · Pesquisa qualitativa · 2026

Dissertação de mestrado aprovada pelo INCA

Trabalho aprovado no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Controle do Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somado a um estudo qualitativo com médicos e pacientes apresentado em congresso científico internacional.

Nível 3 · Relato de caso

Documentação clínica
individual

Acompanhamento de caso oncológico apresentado em congresso científico internacional, com registro de pôster. Discussão completa disponível à comunidade científica e a médicos prescritores.

Nível 4 · Ensaio clínico · concluído, ainda não publicado

Randomizado, controlado por placebo

O estudo conduzido pela Dra. Fátima Aparecida, detalhado a seguir — o degrau mais alto já alcançado por este programa de pesquisa. O estudo foi encerrado e o texto está sendo adaptado para envio a uma revista científica; ainda não foi publicado.

Nível 4 em detalhe

O ensaio randomizado, controlado por placebo.

Conduzido pela Dra. Fátima Aparecida — professora pós-doutora de Medicina da Unifacs —, o estudo avaliou o impacto da metodologia BioFAO na qualidade de vida de mulheres em hormonioterapia adjuvante para câncer de mama — o tratamento que reduz recorrência, mas cujos efeitos adversos levam muitas pacientes a abandoná-lo precocemente.

Sessenta pacientes, seis meses de acompanhamento, análise estatística com correção de multiplicidade. Toda a medicação foi doada pelo Instituto; o estatístico, custeado com recursos próprios; a equipe científica, sustentada por bolsa de pesquisa.

Resultados preliminares · ainda não publicados
60

Pacientes

Mulheres em hormonioterapia adjuvante para câncer de mama.

6meses

Acompanhamento

Com análise estatística e correção de multiplicidade.

0

Segurança

Nenhum evento adverso grave em nenhum dos grupos ao longo dos seis meses.

81,7%

Viabilidade

Retenção em seis meses — acima da média observada na literatura de oncologia integrativa.

As estimativas geradas por este estudo fundamentam o desenho de um ensaio confirmatório de maior porte, hoje em construção. O manuscrito está sendo adaptado para envio a um periódico científico revisado por pares; os resultados acima são preliminares e só serão divulgados na íntegra após a aceitação pela revista.

Resultados do estudo · ainda não publicados

Segurança

Nenhum evento adverso grave em nenhum dos grupos ao longo dos seis meses de acompanhamento.

Confirmado

Viabilidade

Retenção de 81,7% em seis meses — acima da média observada na literatura de oncologia integrativa.

As estimativas geradas por este estudo fundamentam o desenho de um ensaio confirmatório de maior porte, hoje em construção.
O estudo foi encerrado e ainda não foi publicado: o manuscrito está sendo adaptado para envio a um periódico científico revisado por pares. Os resultados acima são preliminares e só serão divulgados na íntegra após a aceitação pela revista.

Rigor e método

Construção gradual, sob aprovação ética formal.

O Instituto está construindo parceria com a FAMEMA (Faculdade de Medicina de Marília) para obtenção de aprovação guarda-chuva junto ao comitê de ética em pesquisa — estrutura que permite conduzir uma série de estudos sob um mesmo arcabouço ético aprovado, em vez de submeter cada trabalho isoladamente.

Primeiros 12 meses

Relatos clínicos

Documentação sistemática de casos, publicados em periódicos indexados com revisão por pares.

Em paralelo

Estudo de maior porte

Um ensaio anual no mesmo padrão metodológico do estudo já concluído em oncologia.

Horizonte

Ensaio confirmatório

Estudo multicêntrico de maior escala, dimensionado a partir das estimativas de efeito já obtidas.

Como funciona

Três eixos, um programa contínuo.

01

Publicar o que já foi produzido

Estudos concluídos que ainda não foram publicados — a começar pelo ensaio em oncologia.

  • Periódicos indexados internacionalmente
  • Revisão por pares, sem publicação de conveniência
  • Taxas de submissão e processamento

02

Fundo para novos estudos

Um estudo de maior porte por ano, somado a uma série contínua de relatos clínicos, com nível de evidência crescente.

  • Medicação, estatístico e construção do estudo
  • Deslocamento e acompanhamento de pacientes
  • Aberto a médicos e pesquisadores parceiros

Oncologia

Saúde mental

03

Levar os resultados à comunidade

Participação em congressos científicos nacionais, com trabalhos submetidos à avaliação das comissões científicas.

  • Submissão de relatos de caso e estudos
  • Apresentação oral e pôsteres
  • Inscrição, deslocamento e material

Transparência

O que sustenta um ano de operação.

Cada rubrica abaixo corresponde a custos que o Instituto já conhece de perto — porque já os pagou, com recursos próprios, no estudo que hoje aguarda publicação.

Publicações em periódicos indexados4 por anoR$ 48.800
Participação em congressos científicos2 por anoR$ 42.000
Estudo clínico de maior porte1 por ano — medicação e estatísticoR$ 23.590
Total anualR$ 114.390
Sobre os valores de publicação: as taxas de processamento de artigo (APC) dos periódicos indexados são cotadas em dólar e variam entre aproximadamente R$ 9 mil e R$ 15 mil por artigo, conforme o periódico. O valor acima usa a média das revistas-alvo. Sempre que possível, o Instituto solicita isenção ou desconto de taxa junto às editoras.

Cada estudo publicado amplia o acesso de quem ainda não chegou.

Apoiar o Ciência do Biocampo é financiar a expansão de um programa que já existe — mais estudos, mais publicações, mais congressos, nas três frentes: medicina humana, agricultura e oncologia veterinária.

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