Há quatro décadas a metodologia BioFAO acumula resultados clínicos consistentes. O Ciência do Biocampo existe para transformar essa experiência em evidência publicada, revisada por pares e disponível a toda a comunidade científica.
início da pesquisa com os Fatores de Auto-Organização do Biocampo
formação acadêmica e reconhecimento em instituições públicas de referência
frentes de pesquisa: medicina humana, agricultura e oncologia veterinária
da medicação usada em nossas pesquisas, custeada pelo Instituto
Sofre de falta de resultados publicados. Há quatro décadas a metodologia BioFAO acumula observações clínicas consistentes em consultórios e projetos sociais por todo o país. Mas o que não é medido, documentado e submetido ao escrutínio de pares não sustenta política pública, não amplia acesso pelo sistema de saúde, e não convence o médico que ainda não conhece.
O Ciência do Biocampo nasce para fechar essa lacuna — apoiado em um programa de pesquisa que o Instituto já sustenta há décadas, com recursos próprios.
Nossa trajetória
A medicação usada em todos os estudos é 100% custeada pelo Instituto, sem patrocínio da indústria farmacêutica. Ao longo do caminho, a pesquisa saiu do consultório, ganhou base experimental, chegou à academia e alcançou um ensaio clínico randomizado.
A Dra. Míria de Amorim inicia a pesquisa que levaria à descoberta dos Fatores de Auto-Organização do Biocampo.
Publicação do livro e apresentação do trabalho em congresso de homeopatia — a metodologia sai do consultório e entra no debate científico.
Mestrado em Medicina (UFRJ) da Dra. Míria sobre homeopatia na prevenção de doenças causadas por agrotóxicos — origem da frente de agricultura e da pesquisa com pacientes intoxicados.
Início dos estudos básicos formais, que passam a sustentar experimentalmente a plausibilidade biológica da metodologia.
Nível 1 · Pesquisa básicaA metodologia passa a ser investigada também nas plantas.
Nova frentePesquisa dedicada à oncologia em animais.
Nova frenteMestrado sobre a metodologia aprovado no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Controle do Câncer do Instituto Nacional de Câncer, somado a um estudo qualitativo com médicos e pacientes apresentado em congresso científico internacional.
Nível 2 · Pesquisa qualitativaAcompanhamento de caso oncológico apresentado em congresso científico internacional, com registro de pôster.
Nível 3 · Relato de casoO degrau mais alto já alcançado pelo programa. O estudo foi encerrado e o texto está sendo adaptado para envio a uma revista científica — ainda não foi publicado. Ver em detalhe ↓
Nível 4 · Ensaio clínicoNossa trajetória
A medicação usada em todos os estudos é 100% custeada pelo Instituto, sem patrocínio de indústria farmacêutica. A trajetória tem marcos claros — e chegou recentemente ao mais relevante deles.
1984
A Dra. Míria de Amorim inicia a pesquisa que levaria à descoberta dos Fatores de Auto-Organização do Biocampo.
2000
Publicação do livro e apresentação do trabalho em congresso de homeopatia — a metodologia sai do consultório e entra no debate científico.
2003
Mestrado em Medicina (UFRJ) da Dra. Míria de Amorim sobre homeopatia na prevenção de doenças causadas por agrotóxicos — origem da linha que levaria à frente de agricultura e à pesquisa com pacientes intoxicados.
2008
Início dos estudos básicos formais, que passam a sustentar experimentalmente a plausibilidade biológica da metodologia.
Em 2026, uma dissertação de mestrado sobre a metodologia foi aprovada pelo INCA — Instituto Nacional de Câncer, a instituição de referência nacional em oncologia. Não somos nós dizendo que a metodologia tem mérito: é a principal instituição oncológica do país aceitando, orientando e aprovando uma pesquisa sobre ela.
Amplitude
Desde 1984
Quatro décadas de prática clínica e pesquisa, da observação inicial ao ensaio clínico randomizado.
Desde 2009
Experimentos na Universidade Federal de Uberlândia (2011-2014), consolidados no livro BioFAO na Agricultura: Recuperação da Defesa Natural das Plantas (2017).
Desde 2010 · em consolidação
Linha de pesquisa dedicada à oncologia em animais, com a Dra. Angela Brunet (médica veterinária, UFRRJ) representando o Instituto em congressos da área. Primeiro caso clínico em preparação para publicação.
O legado
As três frentes acima se somam a uma escalada de rigor: da pesquisa básica experimental a uma dissertação avaliada por banca externa, passando por relatos clínicos documentados até chegar, no topo, a um ensaio clínico randomizado.
Nível 1 · Pesquisa básica · desde 2008
Estudos que sustentam a plausibilidade biológica da metodologia — a base sobre a qual a pesquisa clínica se apoia.
Nível 2 · Pesquisa qualitativa · 2026
Trabalho aprovado no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Controle do Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somado a um estudo qualitativo com médicos e pacientes apresentado em congresso científico internacional.
Nível 3 · Relato de caso
Acompanhamento de caso oncológico apresentado em congresso científico internacional, com registro de pôster. Discussão completa disponível à comunidade científica e a médicos prescritores.
Nível 4 · Ensaio clínico · concluído, ainda não publicado
O estudo conduzido pela Dra. Fátima Aparecida, detalhado a seguir — o degrau mais alto já alcançado por este programa de pesquisa. O estudo foi encerrado e o texto está sendo adaptado para envio a uma revista científica; ainda não foi publicado.
Nível 4 em detalhe
Sessenta pacientes, seis meses de acompanhamento, análise estatística com correção de multiplicidade. Toda a medicação foi doada pelo Instituto; o estatístico, custeado com recursos próprios; a equipe científica, sustentada por bolsa de pesquisa.
Mulheres em hormonioterapia adjuvante para câncer de mama.
Com análise estatística e correção de multiplicidade.
Nenhum evento adverso grave em nenhum dos grupos ao longo dos seis meses.
Retenção em seis meses — acima da média observada na literatura de oncologia integrativa.
Resultados do estudo · ainda não publicados
Nenhum evento adverso grave em nenhum dos grupos ao longo dos seis meses de acompanhamento.
Confirmado
Retenção de 81,7% em seis meses — acima da média observada na literatura de oncologia integrativa.
As estimativas geradas por este estudo fundamentam o desenho de um ensaio confirmatório de maior porte, hoje em construção.
O estudo foi encerrado e ainda não foi publicado: o manuscrito está sendo adaptado para envio a um periódico científico revisado por pares. Os resultados acima são preliminares e só serão divulgados na íntegra após a aceitação pela revista.
Rigor e método
O Instituto está construindo parceria com a FAMEMA (Faculdade de Medicina de Marília) para obtenção de aprovação guarda-chuva junto ao comitê de ética em pesquisa — estrutura que permite conduzir uma série de estudos sob um mesmo arcabouço ético aprovado, em vez de submeter cada trabalho isoladamente.
Documentação sistemática de casos, publicados em periódicos indexados com revisão por pares.
Um ensaio anual no mesmo padrão metodológico do estudo já concluído em oncologia.
Estudo multicêntrico de maior escala, dimensionado a partir das estimativas de efeito já obtidas.
Como funciona
01
Estudos concluídos que ainda não foram publicados — a começar pelo ensaio em oncologia.
02
Um estudo de maior porte por ano, somado a uma série contínua de relatos clínicos, com nível de evidência crescente.
Oncologia
Saúde mental
03
Participação em congressos científicos nacionais, com trabalhos submetidos à avaliação das comissões científicas.
Transparência
Cada rubrica abaixo corresponde a custos que o Instituto já conhece de perto — porque já os pagou, com recursos próprios, no estudo que hoje aguarda publicação.
Apoiar o Ciência do Biocampo é financiar a expansão de um programa que já existe — mais estudos, mais publicações, mais congressos, nas três frentes: medicina humana, agricultura e oncologia veterinária.
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