
Quem acompanha nosso trabalho há algum tempo já nos conheceu por outros nomes. Instituto FAO do Brasil, Instituto Alquiotupã, Instituto BioFAO. Desde 2026, somos o Instituto Archeus.
Pode parecer muita mudança para uma só instituição. Mas há um fio que atravessa todos esses nomes sem se romper: a pesquisa iniciada em 1984 pela Dra. Míria de Amorim. A entidade mudou de nome; o propósito, não.
Uma pergunta que atravessa quatro décadas
Em 1984, a Dra. Míria de Amorim começou os estudos que dariam origem à metodologia BioFAO. A pergunta que a movia era simples de formular e difícil de responder: como todo ser vivo carrega em si a inteligência para se reequilibrar?
Durante mais de vinte anos, essa pesquisa cresceu em consultório, em livros e em encontros científicos. Os Simpósios FAO, realizados a partir de 2005, já reuniam médicos interessados na abordagem antes mesmo de existir uma entidade formal para sustentá-la.
Uma trajetória, quatro nomes
2007 — Instituto FAO do Brasil. A pesquisa ganha, pela primeira vez, uma casa institucional. A fundação formal cria as condições para organizar a formação de médicos, os eventos científicos e as primeiras frentes de atendimento social.
2015 — Instituto Alquiotupã. O novo nome une duas raízes: a alquimia, uma das tradições que sempre inspiraram a pesquisa da Dra. Míria, e Tupã, a divindade dos povos tupi-guarani. Era uma forma de dizer que essa medicina bebe tanto de saberes antigos universais quanto da terra brasileira.
2018 — Instituto BioFAO. O nome da entidade passa a coincidir com o da metodologia. Foi também um período de crescimento: em 2018 estruturamos o núcleo da nossa sede no Rio de Janeiro e partiu a primeira comitiva de médicos para o Vale do Matutu, em Minas Gerais.
2026 — Instituto Archeus. A instituição amadurece e separa com clareza suas duas frentes de atuação. O nome vem da tradição alquímica de Paracelso, em que Archeus é o curador interior: a força que todo ser vivo carrega para se reorganizar. É a mesma ideia que move a pesquisa desde 1984.
Por que separar Instituto Archeus e BioFAO
Com o tempo, uma única marca passou a carregar coisas de natureza muito diferente. A mesma palavra designava a entidade sem fins lucrativos, a metodologia médica, os cursos de formação e a prática clínica. Para quem chegava de fora, nem sempre ficava claro com quem estava falando.
A partir de 2026, cada frente tem seu nome:
- Instituto Archeus é a OSCIP. É o centro de pesquisa e responsabilidade social: conduz parcerias científicas, mantém os projetos sociais, preserva a memória da metodologia e responde institucionalmente por captação de recursos, contratos e prestação de contas.
- BioFAO é a metodologia desenvolvida pela Dra. Míria de Amorim, e também a marca da formação médica e da prática clínica aplicada.
Duas frentes, um só propósito: resgatar a saúde inata do ser humano, do animal e da terra.
O que não muda
Para quem já caminha conosco, quase nada muda no dia a dia. A pesquisa segue a mesma. A sede segue na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Os projetos sociais continuam ativos, hoje com 17 núcleos em 7 estados por meio do Raízes BioFAO. E a comunidade de mais de 600 médicos formados na metodologia BioFAO continua sendo a base de tudo o que fazemos.
O que muda é a clareza. Parceiros, apoiadores e instituições de pesquisa passam a saber exatamente quem é o Instituto Archeus e qual é o seu papel.
Uma trajetória que continua
Nomes contam a história de como uma instituição se entende em cada momento. O nosso atual reflete quase vinte anos de trabalho formal e mais de quatro décadas de pesquisa. E o próximo capítulo já tem data: em 23 e 24 de outubro de 2026, a comunidade se reúne na VII Jornada Integrativa, no Teatro Downtown, no Rio de Janeiro.
Conheça nossa trajetória completa na página Nossa História e saiba mais sobre quem somos em Quem Somos.